O diabetes é uma doença crônica que afeta mais de 16 milhões de brasileiros. Ela surge quando a glicose, essencial para gerar energia, não é absorvida corretamente pelas células. Essa absorção é promovida por um hormônio chamado insulina, produzida pelo pâncreas.

O diabetes tipo I costuma aparecer logo na infância e, nesses casos, o sistema imunológico ataca e destrói as células que produzem insulina. Dessa maneira, o paciente precisa suprir essa necessidade fazendo aplicações diárias do hormônio pelo resto da vida.

Já quem tem diabetes tipo II nem sempre necessita tomar insulina, porque o problema às vezes não é a falta do hormônio em si, mas - a dificuldade em usar a insulina produzida. A doença costuma acometer pessoas com mais de 40 anos, e geralmente pode ser controlada com medicamentos diários  e mudanças no estilo de vida (alimentação e exercícios físicos).

Ainda assim, uma parcela dos pacientes com diabetes tipo 2 irá precisar, em algum momento da vida, fazer uso da insulina, pois a dificuldade de absorção de açúcar pode fazer com que ele se acumule no sangue. Quando isso acontece, há necessidade de administrar insulina o quanto antes, já que a desregulação favorece o surgimento de problemas como cegueira, infarto e insuficiência renal. Mas lembre-se: isso não é motivo para pânico. A ideia do tratamento com insulina é justamente controlar a glicemia para evitar tal progressão.

As insulinas são injetáveis (em forma de seringas ou canetas) e existem diversos tipos no mercado. Elas se diferenciam pelo tempo em que ficam ativas no corpo, pelo tempo que levam para começar a agir e de acordo com a situação do dia em que elas são mais eficientes. O esquema de administração vai depender, portanto, de uma série de fatores, como peso, dieta e nível de atividade física. Não há uma dose padrão. O médico é o profissional que irá prescrever tanto o tipo de insulina quanto sua dose.





Tags: insulina; diabetes; glicose; alimentação



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