Os adoçantes são aliados importantes dos portadores de diabetes. Eles podem conter substâncias naturais ou artificiais que são responsáveis por promover o gosto adocicado sem recorrer à sacarose, o açúcar mais comumente utilizado.

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), atualmente há sete tipos de adoçantes liberados no país pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), entre eles alguns bastante conhecidos, como aspartame, estévia, sucralose etc. A venda desses produtos só ocorre após testes que confirmem a segurança para uso humano.

Frequentemente, adoçantes são acusados de aumentar o risco de certas doenças, inclusive o câncer. Entretanto, não existem estudos que comprovem malefícios se a ingestão diária se mantiver dentro da recomendação.

O uso de adoçantes, assim como o de açúcar e, na verdade, de qualquer produto alimentício, exige moderação. O uso de aspartame, por exemplo, que é um dos mais utilizados no país, deve se limitar a no máximo cinco sachês ou dez gotas por dia. Sua única grande restrição é que não pode ser utilizado por pessoas que tenham fenilcetonúria, uma doença que afeta a digestão e pode provocar  intoxicação do cérebro.

Cada adoçante tem características próprias para o paladar, vale experimentar para saber qual é mais adequado ao seu gosto. A quantidade máxima por dia deve ser uma recomendação do seu médico para que o diabetes permaneça sob controle.

 





Tags: diabetes; adoçantes; açúcar;



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