O nível de colesterol total (somando o bom e o ruim) deve ser menor que 190mg/dl para pessoas que não possuem fatores de risco para problemas cardíacos. Consumir alimentos com baixa quantidade de gordura, açúcar e, principalmente, evitar frituras, já ajuda a reduzir o colesterol. Manter uma dieta saudável junto com a prática regular de exercícios auxilia ainda mais. Porém, nem sempre é o suficiente.

Isso porque o colesterol alto não é apenas consequência das gorduras consumidas ou da obesidade. Há pessoas que sofrem de colesterol alto por conta de fatores genéticos. O problema é chamado hipercolesterolemia familiar (HF). Quem tem HF, além de controlar a alimentação e fazer atividades físicas, deverá ainda fazer uso de medicamentos por toda a vida, já que a doença é incurável.

Como a HF tem forte peso da genética, muitas pessoas sabem quando a família tem casos da doença. Ainda assim, vale investigar o histórico da sua família, até para poder informar o médico e ajudá-lo com os exames. Vale lembrar que o colesterol alto não apresenta sintomas, portanto, toda informação é útil para o trabalho do cardiologista.  

 Uma dica indispensável, sendo portador de HF ou não, é praticar atividades físicas aeróbicas durante 150 minutos por semana. Essas atividades incluem dança, andar de bicicleta, caminhadas, natação e outras que promovam o esforço respiratório. Elas elevam os níveis de HDL, o colesterol bom que ajuda a diminuir os níveis de LDL e reduz o risco de doenças do coração e AVC (acidente vascular cerebral). Além disso, evite o fumo, pois o tabagismo é um dos maiores fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.  





Tags: colesterol; coração; HDL ; LDL



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