Pessoas com mais de 50 anos estão entre as mais vulneráveis para desenvolver colesterol alto. Mas essa condição pode surgir em qualquer idade, inclusive nas crianças. Mas o que os pais ou responsáveis podem fazer para reduzir os riscos dos pequenos desenvolverem colesterol?

Assim como nos adultos, na grande maioria dos casos, o colesterol alto na infância está relacionado à má alimentação. E aí entra o papel da família. Como as crianças reproduzem muitas vezes os que os mais velhos fazem, é preciso que todos tenham uma alimentação balanceada, rica em frutas, verduras e legumes.

Lembre-se: vocês são o espelho dos pequenos. Crianças com obesidade têm um risco maior de desenvolver colesterol. Incentive-as a brincarem e fazerem atividades físicas, pois além de ser ótimo para o bem-estar e a socialização, também ajudam na prevenção do colesterol e de outras doenças crônicas ao longo da vida.

As famosas “besteiras”, como salgados, bolachas e chocolates, devem ser guardadas para momentos especiais e não devem ser regra, mas sim exceção. Se seu filho foi diagnosticado com colesterol alto, lembre-se que muitas vezes é possível reverter o quadro por meio de mudanças de hábitos





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